4 de janeiro de 2008

Floresta à beira-mar

Não escolhi tal anonimato, nem desejei dizer verdades enquanto se constroem notas musicais. Mas, foi, de repente, que como o caroço da drupa me tirou o sono. Era noite, e teus olhos me lembravam a Índia.

Espectral ocular de desvio inconsciente, trouxe-me à boca gosto de corpo que fala em silêncio - corpo que fala em silêncio - transcedental no meio de todos.

Iluminada por todas as árvores dos frutos, meu gozo no meio de todos. Era noite, e tudo o mais evaporava-se. Boleros imaginários, voz ampliada na escuridão.Floresta cantando.

7 comentários:

Anônimo disse...

às vezes acho que por trás do atraso cotidiano dos ônibus matinais existe um leve toque de deuses a muito esquecidos.

eu mesma disse...

daniel?

Anônimo disse...

olá, pensei ter te visto no ponto de ônibus, mas talvez tenha me enganado...

Anônimo disse...

oi. talvez não... qual é teu email?

maria maria disse...

passarei por aqui de vez em quando...
gostei do que senti quando li seus textos!

daniel disse...

itaborai83 @ yahoo . com . br

Mariazinha Tiro a Esmo disse...

Adorei a comunicação! Daniel parece ser um rapaz interessante...Olha,queria ter escrito isso...Vou te adicionar em nosso blog.